UM GRITO CALADO NO AR na CÂMARA dos DEPUFEDES.

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De terno e gravata como manda o figurino, com uma sacola nas costas cheia de convites para lançamento do meu E-book UM GRITO CALADO NO AR, cheguei  na escadaria que dá acesso ao Salão Verde da CÂMARA DOS DEPUFEDES, às 10 horas da manhã e fui informado que a SESSÃO DO PRIMEIRO DE ABRIL era solene em repúdio aos 50 ANOS DO GOLPE  MILITAR DE 64 e que o acesso às galerias estava  vetado.

 

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Frustrado, decidi esperar o término do “bolodoro” para fazer o meu trabalho e passei a viver a emoção de ver deputados passando pertinho,  me cumprimentando como se me conhecesse há muito tempo.

 

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Nossa, como são simpáticos! Você encara e é premiado com sorrisinho e um balançar de cabeça que na minha concepção quer dizer: e aí eleitor otário, tudo bem?

 

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As dez em ponto, a emoção maior! A chegada triunfal do Presidente da Câmara sob os holofotes da imprensa com a qual não falou certamente para não perder a pontualidade e a surpresa do segurança me informando que o acesso tinha sido liberado, não para as galerias, mas para o próprio plenário.

 

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Quase me arrebento com a sacola de 25 quilos na costa subindo as escadas apressadamente, temeroso de que fosse uma pegadinha. Não era! Apelando para os princípios democráticos e constitucionais que repudiam qualquer tipo de censura, o deputado Jair Bolsonaro tinha exigido que a sessão fosse aberta ao público. Bingo!

 

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O Presidente da Câmara,  após execução do hino nacional, abriu a sessão e caiu fora deixando os trabalhos a cargo de um tal de Lembo, acho que é este o nome, que entregou o microfone para Erundina que começou um enfadonho discurso.

Nesta hora entrei em ação distribuindo os convites para todos os presentes. Uma baixinha sinistra passou a andar atrás de mim arrebatando o convite de algumas pessoas e rasgando. Mas para o fundo do plenário um coroa me encarou e gritou: TORTURADOR!

 

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Daí em diante passei a distribuir os convites de cinco em cinco colocando nas mesas vazias, muitas! Erundina falando, Bolsonaro encarando ela e eu distribuindo. Quando Erundina estava no final do discurso, surgiu uma faixa na galeria – GRAÇAS AOS MILITARES BRASILIA NÃO É CUBA – e aí começou o tumulto com manifestantes exibindo cartazes e gritando ABAIXO A DITADURA.

 

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Nesta hora tirei paletó e gravata deixando aparecer a camisa que tinha por baixo com o TENHO UMA BOMBA LITERÁRIA  e gritando ABAIXO A DITADURA PETISTA  subi a escadinha de quatro degraus e distribuí  convites para a mesa diretora onde estavam os picões (desculpe Herundina). Quando desci, a baixinha sinistra (a cara da Erundina) partiu para me agredir – que medo – sendo contida por um dos deputados PRESENTES. OBRIGADO EXCELÊNCIA!

 

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Acalmado os ânimos com a retirada das faixas, os trabalhos foram recomeçados, oportunidade em que caí fora para espalhar convites  por todo o saguão, restaurante, sala do cafezinho, etc., etc., etc. Meia hora depois, ao ouvir a voz do Bolsonaro, voltei ao plenário a tempo de vê-lo, do púlpito, ironizar alguns deputados e manifestantes que lhe deram as costas seguindo o cortejo fúnebre de Herundina retirando-se do ambiente. Sem outra alternativa, o Presidente da Mesa deu por encerrada a sessão.

 

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Ufa! Foram tantas emoções! Resumo da ópera: distribuí os mil convites que levei e só ontem 235 internautas já baixaram o livro. Se ficar somente nisso, já terá valido a pena! À tarde, voltei lá para uma entrevista para a AMAZON SAT – a única que me deu atenção – e retornei para a Selva Amazônica, com a sensação do dever cumprido.

 

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Johil Camdeab Abreu, observador tragicômico panfletário virtual ecologicamente correto, primeiro e único do Brasil, colaborador voluntário e incondicional dos Grupos Sociais do Facebook que são contra o PACOÊPA – PACTO CORRUPTÔNICO QUE ENVERGONHA O PAÍS. COMO NÃO TENHO ACESSO À MIDIA EU MESMO ME PROMOVO: “POLÍTICO BOM É POLÍTICO SEM MANDATO” / “RINDO DELES COMO RIEM DE NÓS DEPOIS DE ELEITOS” / “POLÍTICO SÓ É SENSÍVEL À CORRUPÇÃO E À VOZ DAS RUAS: SE UM DOS DOIS NÃO RESOLVER É PORQUE FOI POUCO”.

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